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Cultura
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Arquivo Emílio Biel

Código de referência PT-CMP-DMA/PRI/EBC
Título Emílio Biel e Companhia
Datas 1880?-1925
Nível de descrição Arquivo
Dimensões 540 espécies fotográficas (19 caixas, 276 placas de vidro e 276 películas), vários formatos
Produtor Emílio Biel e Companhia. 1880?-1925

 

História administrativa/biográfica

Emílio Biel nasceu na Alemanha em 1838, e veio para o Porto em 1860, como representante de uma firma de Lisboa, por onde antes tinha passado. Em 1864 estabelece-se por conta própria, como negociante, fundando uma fábrica de botões. Para além desta atividade estabeleceu-se como representante de diversas empresas alemãs. Integrou várias associações de comerciantes da cidade, tais como a Associação Comercial do Porto, e o Centro Comercial do Porto. Em 1880 casa com Edith Katzenstein, filha do Cônsul do Império Alemão no Porto. Mantinha relações com várias personalidades ligadas à cultura e à arte, os pintores Silva Porto, Marques de Oliveira, Henrique Pousão, entre outros. Deve destacar-se a atividade diretamente ligada à produção fotográfica e editorial. Foi proprietário de dois “ateliers” fotográficos, a “Antiga Casa Fritz”, na Rua do Almada, n.º 122, adquirida em 1874, e que veio dar origem à “E. Biel & C.ª”, no Palácio do Bolhão, na Rua Formosa, nº 342. Devido às estreitas relações que mantinha com o rei D. Fernando de Saxe Coburgo, torna-se o “Photographo da Casa Real”. Para além de retratos da família real, fotografou diversas personalidades, tais como comerciantes e gente do povo. Premiado em muitas exposições com medalhas de ouro e prata. Realizou diversas reportagens fotográficas pelo país. O resultado desse gosto por viajar, pela arte, manifesta-se em várias publicações ilustradas. Pela sua assinalável importância destaca-se a obra em 8 volumes “A Arte e Natureza em Portugal”1902-1908, com um volume exclusivamente dedicado ao Porto e também uma série dedicada à região do Douro. Em 1911 a sua firma edita a obra “O Douro” de Manuel Monteiro, profusamente ilustrada com fotografias suas, e dos seus colaboradores. Mais tarde virá a lançar uma outra edição “Arte Religiosa em Portugal”, que ficaria inacabada, devido à sua morte a 14 de setembro de 1915.

 

Âmbito e conteúdo

Vistas de paisagens com incidência na região do Douro, monumentos de todo o país, alfaias litúrgicas e alguns retratos.

 

Instrumentos de descrição

Catálogo na aplicação informática Gisa.

 


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