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Cultura
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Edifício

Foi responsável pelo desenho deste edifício o arquiteto José Carlos Loureiro, do Gabinete de Arquitetura G.A.L.P. Lda.

Data dos anos de 1950, sendo um exemplar do tipo de arquitetura da época, tendo havido ao mesmo tempo uma cuidadosa conservação e valorização dos jardins envolventes.

Esta invulgar habitação que cobre seis pisos é fortemente marcada pelos materiais dos anos de 1950.

Este edifício foi previsto para habitação de Marta Ortigão Sampaio, embora já estivesse presente a ideia de uma futura abertura ao público, como Museu.

Destacamos algumas caraterísticas como o uso da luz zenital, através de uma grande clarabóia, visível dos diferentes pisos, as aberturas de vidro das salas, que provocam intencionalmente a observação do jardim nos seus pontos-chave – a vista da magnólia de folha persistente, a vista do lago e a vista do castanheiro da Índia.

No interior do edifício é notória a articulação de um gosto conservador e tradicional da encomendadora: estuques trabalhados nos tetos, almofadas nas portas, puxadores de porcelana francesa, entre outros, e a introdução de conceitos de Arquitetura e materiais inovadores como o metal, o plástico, os apainelados de madeira clara. Exteriormente destacamos o revestimento cerâmico vidrado, em tons claros, as persianas metálicas e uma escada de acesso exterior ao último piso, composto por um só compartimento envidraçado.


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