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Moedas da monarquia portuguesa

1.ª Dinastia (D. Afonso Henriques – 1143 a D. Fernando – 1383) 

Até ao início da 2.ª metade do séc. XIV, as emissões de moeda quase se limitaram às espécies de bolhão (mealha e dinheiro) e de ouro (morabitino). No reinado de D. Fernando, a Casa da Moeda do Porto inicia a sua atividade.

Moedas 1 e 2 – Morabitinos (ouro) cunhados em nome de D. Sancho I (1185-1211).

 

2.ª Dinastia (D. João I – 1385 ao Cardeal D. Henrique – 1580)

D. João I a D. Afonso V

A partir do séc. XIV, com o desenvolvimento do comércio externo aumenta a quantidade e a diversidade da moeda em circulação. A partir de finais do século XV, surgem novos tipos como o escudo de ouro; é cunhada uma nova moeda que vai ser utilizada por todo o século XVI: o ceitil de cobre.

Moeda 41 – Escudo (ouro) de D. Afonso V (1438-1481), cunhado na cidade do Porto.

Moeda 58 – Ceitil (cobre) de D. Afonso V (1438-1481), de Ceuta.

 

D. Manuel I a D. Sebastião

O comércio atinge o seu apogeu no reinado de D. Manuel I (1495-1521). Surge uma nova moeda – o português – em ouro, de grande dimensão e peso, que se torna a moeda forte dos mercados internacionais. Surgem também novas moedas de prata.

Moedas 1 a 3 – Português (ouro), moeda mandada cunhar por D. Manuel I (1495-1521).

 

3ª Dinastia (D. Filipe I – 1580 a D. Filipe III – 1640)

D. António Pior do Crato cunhou moeda nos Açores (Angra do Heroísmo), em 1582.

Durante a governação dos Filipes (1580-1640), apenas a Casa da Moeda de Lisboa emitiu moeda no território continental.

Moeda 1 – Moeda de 2 cruzados (prata, 800 reais) de D. António, Prior do Crato, cunhada nos Açores (Angra do Heroísmo).

Moeda 1 – Moeda de 4 cruzados (ouro, 1.600 reais) de Filipe III (1621-1640), cunhada em Lisboa.

 

4.ª Dinastia (D. João IV – 1640 a D. Manuel II – 1910)

D. João IV a D. Maria I

Por deliberação das Cortes de 1645, Nossa Senhora da Conceição foi declarada padroeira de Portugal, sendo então emitida uma das mais belas moedas portuguesas – a Conceição. Cunhada em prata (600 réis) e ouro (12.000 réis), circulou a partir de 1651.

Na regência de D. Pedro é iniciada a cunhagem mecânica em Portugal, em 1677, com o balancé introduzido por D. Luís de Menezes (1632-1690), Duque da Ericeira, Conselheiro e Vedor da Fazenda da Repartição da Índia do Príncipe D. Pedro.

No reinado de D. João V a moeda atinge uma elevada qualidade artística com a produção de moeda com ouro brasileiro, como as dobras (12.800 réis) e os dobrões (24.000 réis), cunhadas no Rio de Janeiro, Baía e Minas Gerais.

Em 1721, a Casa da Moeda do Porto, que é encerrada definitivamente.

Moeda 1 – Conceição (prata) moeda/medalha mandada cunhar por D. João IV.

Moedas 44 e 45 – Dobra (ouro) de D. João V, cunhada no Rio de Janeiro.

Moedas 57 a 59 – Dobrão (ouro) de D. João V, cunhada em Minas Gerais.

 

D. João Regente a D. Manuel II

Em 1833, durante o cerco do Porto, funcionou uma Casa da Moeda nos Lóios, produzindo moedas de 5, 10, 20 e 40 réis (pataco).

Em 1835, é introduzido o sistema decimal (Lei de 24 de Abril), em que 1 coroa correspondia a 1.000 réis, foram emitidos novos tipos.

Em 1846, é criado o Banco de Portugal, por fusão do Banco de Lisboa com a Companhia Confiança Nacional (19 de Novembro).

Moedas 14 a 16 – Pataco-40 réis (bronze) de D. Maria II, cunhado na casa da Moeda dos Lóios.

Moedas 17 e 18 – Vintém-20 réis (bronze) de D. Maria II, da série dos Lóios.

Moedas 19 – X réis (cobre) de D. Maria II, da série dos Lóios.

Moedas 20 – V réis (cobre) de D. Maria II, da série dos Lóios.


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