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Andaime / tapume
Andaime é uma espécie de estrado provisório feito de pranchas apoiadas sobre uma estrutura fixa à parede ou sobre uma estrutura móvel, usado em trabalhos de construção civil.
É obrigatória a construção de tapumes ou a colocação de resguardos que tornem inacessível aos transeuntes a área destinada aos trabalhos, resíduos, materiais e amassadouros em todo o tipo de obras.

 

Perguntas frequentes

 
Sim. Conforme definido no Decreto-Lei n.º 555/99, de 16 de dezembro, na sua atual redação (RJUE)pode realizar obras de conservação sem pedir licença ou aguardar decisão da Câmara Municipal.
Para executar este tipo de obras apenas necessita de comunicar à Câmara Municipal o início dos trabalhos 5 dias úteis, antes do início da obra.
20-07-2017

Sim. Os municípios podem estabelecer outro tipo de obras/ edificações que fiquem isentas de licenciamento além das consagradas na legislação.

No caso do Município do Porto também se incluem na isenção de licença:

 
Todas as obras de conservação, independentemente de serem promovidas em imóveis classificados ou em vias de classificação, ou em imóveis integrados em conjuntos/ sítio classificados ou em vias de classificação desde que da comunicação de inicio dos trabalhos, conste o comprovativo da autorização emitida pela administração do património cultural (DRCN), nos termos da lei de Bases do Património Cultural.

 

À exceção dos imóveis localizados em zonas classificadas ou em vias de classificação como de interesse nacional ou de interesse público e nas respetivas zonas de proteção e ainda nos imóveis integrados em conjuntos ou sítios classificados ou em vias de classificação, são ainda consideradas como escassa relevância urbanística e, como tal, isentas de controlo prévio, as obras a seguir indicadas:

A construção de rampas para pessoas com mobilidade condicionada e eliminação de barreiras arquitetónicas quando localizadas dentro dos logradouros ou edifícios;
Arranjos de logradouros, como ajardinamentos e pavimentações, desde que sejam cumpridos os índices de impermeabilização previstos para o local e não impliquem o abate de árvores ou espécies vegetais notáveis;
A construção de marquises, sem prejuízo do disposto na Parte B do Código Regulamentar do Município do Porto;
As alterações de caixilharia,
Instalação de aparelhos de ar condicionado;
Edificações de equipamentos lúdicos ou de lazer, isto é o conjunto de materiais e estruturas descobertas destinadas a recreação privativa, bem como edificações de quaisquer outras estruturas descobertas, destinadas a utilização privativa e associadas à edificação principal, com exclusão das piscinas;
Stands de venda de edifícios de habitação, comércio e/ou serviços e construções integrantes dos estaleiros de obras até 2 anos contados da data fixada para a conclusão da obra;
Instalação de equipamentos e respetivas condutas de ventilação, exaustão climatização, energias alternativas e outros similares desde que colocados na cobertura;
Adaptação de fachadas de instituições bancárias com vista à instalação de caixas de multibanco;
A introdução de pequenos elementos na fachada pouco significativos, com área não superior a 400 cm2, designadamente grelhas de ventilação, torneiras ou elementos decorativos;
Demolição das construções descritas nas alíneas anteriores;
Realização de trabalhos de remodelação de terrenos com carater provisório;
Obras de reconstrução de coberturas, quando não haja alteração ao tipo, forma e material de revestimento;
Realização de obras que não obriguem ao redimensionamento do modelo estrutural preexistente, desde que na comunicação de início dos trabalhos, conste o termo de responsabilidade subscrito por técnico legalmente habilitado, que declare que a obra a realizar não implica qualquer redimensionamento do modelo estrutural preexistente e que cumpre todas as normas legais e regulamentares aplicáveis.
 
 
Para efeitos do disposto na alínea a) do nº 1 do art.º 6.º A do RJUE, são obras de escassa relevância urbanística as edificações contíguas ou não ao edifício principal com altura não superior a 2,2 metros ou em alternativa, à cércea do rés-do-chão do edifício principal com área igual ou inferior a 10 m2 e que não confinem com a via pública, desde que tais edificações não se traduzam na construção de mais de 2 edifícios, independentes entre si, autónomos da edificação principal.
 
A integração das operações previstas nos números anteriores na noção de escassa relevância urbanística não isenta estas operações do cumprimento de todas as normas legais e regulamentares aplicáveis, sob pena de contraordenação e da aplicação das medidas de tutela da legalidade urbanística legalmente previstas.
 
Para executar este tipo de obra apenas necessita de comunicar à Câmara Municipal o início dos trabalhos 5 dias úteis antes do início da obra.
26-08-2016
Sim. O Código Regulamentar do Município do Porto reúne, de forma unitária e sistemática, todas as normas regulamentares do Município do Porto, revelando-se um instrumento essencial para a transparência e clareza das relações entre o Município e os Munícipes e encontra-se disponível para consulta no site da Câmara Municipal do Porto.
Este código regula os aspetos com eficácia externa, que têm a ver com a vida dos Munícipes, deixando de fora as áreas relativas à vida interna da Câmara Municipal do Porto. Além disso, agrupa todas as contraordenações existentes e cria novos regulamentos, por exemplo, de trânsito, circulação e estacionamento ou de cargas e descargas.
26-08-2016
Sim. Sempre que haja alguma alteração dos seus elementos de identificação pessoal facultados, deverá comunicar à Câmara Municipal do Porto para que possamos manter atualizada a base de dados dos Munícipes, para tal pode utilizar a função Guia de Pesquisa deste balcão virtual para aceder rapidamente aos respetivos formulários de submissão deste pedido.
26-08-2016

Pode saber o andamento dos seus processos através da consulta de processos online disponível neste balcão de atendimento ou através do Serviço de Atendimento Telefónico da Câmara Municipal do Porto.

21-07-2017

Ao aderir ao Balcão de Atendimento Virtual (BAV) e ao Serviço de Atendimento Telefónico da Câmara Municipal do Porto tem várias vantagens:

apresentar pedidos(s);
consultar o(s) seu(s) processo(s);
obter informações sobre o andamento do(s) processo(s);
proceder a pagamentos aceder à "Minha página" - área personalizada e agregadora de todo o relacionamento (presencial, online ou telefónico) do utilizador com a autarquia;
apresentar reclamações, sugestões camarárias ou comentários sobre a organização e a disponibilização da informação no Balcão.

 

No caso de utilizar o atendimento telefónico, disponível através do número (+351) 222 090 400, poderá:

obter informações gerais;
saber como fazer um pedido à Câmara Municipal do Porto nas diversas áreas camarárias;
obter informações sobre o andamento do(s) seus(s) processo(s);
apresentar reclamações, sugestões, elogios, pedidos de informação e alertas/ pedidos de intervenção.
22-09-2016
Pode utilizar a função Guia de Pesquisa deste balcão virtual para aceder rapidamente ao formulário online de submissão deste pedido.
26-08-2016
Os dados pessoais introduzidos no formulário online de Adesão ao Balcão de Atendimento Virtual e ao Serviço de Atendimento Telefónico são verificados por um operador, no momento do registo do formulário online submetido, e perante os documentos digitalizados e remetidos em anexo.
Posteriormente, a palavra chave de acesso ao Serviço é enviada, através do envio de um e-mail, para o requerente.

A nível informático, a garantia de proteção dos dados pessoais, durante a submissão online do formulário de Adesão ao Balcão de Atendimento Virtual e ao Serviço de Atendimento Telefónico, como em todos os formulários disponíveis no BAV, reside na utilização de certificado SSL, que garante a autenticidade do serviço em questão, assim como a segurança na transmissão de dados (por encriptação).

26-08-2016

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